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    Restauração de Pessoas Esgotadas, em Crise ou após uma Profunda Queda

    David Kornfield [1]


    Minha vida e ministério focam o pastor saudável, que inclui formas preventivas para evitar uma queda ou crise grande.  Junto com isso, necessitamos desenvolver uma boa estratégia de como ajudar alguém que está precisando de um processo profundo de restauração. 

    Em meu envolvimento com pastores, a quase cada mês ouço de mais um pastor ou pastora ou cônjuge deles que teve uma profunda queda moral, seja em adultério, seja em homossexualismo.[2]  Isso também acontece com uma certa freqüência com líderes na igreja local e membros da igreja.  No último caso, muitas vezes levando a uma gravidez de uma moça que se tornará uma mãe solteira.  Estes problemas se tornaram suficientemente comuns que precisamos de um caminho das pedras para saber como ajudar estas pessoas e seus cônjuges na restauração. Esse processo é árduo e comprido, requerendo um compromisso alto da pessoa que caiu, de seu cônjuge e da liderança ao redor deles. 

    Este processo profundo não se limita a quedas morais.  Se aplica a pessoas que caem no esgotamento, passam por crises emocionais ou crises conjugais sem haver nenhuma queda moral. A igreja de Jesus Cristo deve ser um oásis, um lugar de refúgio, um contexto maravilhoso de restauração, uma comunidade terapêutica.  Ao mesmo tempo, teremos que trabalhar bastante encima deste ideal já que essa mesma igreja exige que seus líderes sejam modelos e infalíveis.  Isso complica quem estiver com conflitos quanto à busca de ajuda.  

     

    A maioria das vezes o processo de restauração não é bem entendido. Por esse motivo, ainda se as pessoas mais envolvidas querem caminhar para a restauração, as pessoas tendem a não serem bem restauradas, seja como indivíduo, seja como casal.  A seguir procuramos esboçar o que entendemos ser um processo saudável e básico para chegar a uma plena restauração.  Apesar de que o processo não é plenamente seqüencial, enumero os componentes para facilitar conversas sobre qualquer ponto.

    A.     Arrependimento e quebrantamento.  Este é o ponto de partida, sem o qual a restauração não tem chance.  O caminho da restauração é comprido e requer uma alta motivação e perseverança.  Sem isso a seriedade da proposta a seguir não terá chance.  A chave será se a pessoa realmente experimentou a tristeza segundo Deus ou apenas tristeza segundo o mundo (2 Co 7.8-11).  Este é o ponto de partida.[3] Se houver um verdadeiro quebrantamento e arrependimento, então haverá uma profunda motivação para caminhar na restauração.  Paulo descreve isso quando diz: "Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita!  Em tudo vocês se mostraram inocentes a esse respeito" (2 Co 7.11).

    A Bíblia Viva coloca esse versículo desta forma:

    "Vejam só quanto bem lhes fez essa aflição enviada pelo Senhor!  Vocês não encolheram mais os ombros, mas tornaram-se fervorosos e sinceros, e muito ansiosos para se libertarem do pecado acerca do qual eu lhes tinha escrito.  Ficaram amedrontados com o que sucedera, e almejavam que eu fosse ajudá-los.  Lançaram mão do problema e o liquidaram (castigando o homem que pecara -- subentendido).  Vocês fizeram tudo que podiam para corrigir a situação" (2 Co 7.11; Bíblia Viva).

     

    Se não houver verdadeiro arrependimento e quebrantamento, o caminho da restauração precisa passar pela disciplina da igreja até que isso acontece.[4] O resto dos passos a seguir não tem sentido sem arrependimento genuíno.

     

    B.    Apoio forte de liderança espiritual.  Se a pessoa está realmente arrependida, precisará profundamente deste apoio.  Os passos a seguir requerem muito dessa liderança, como também da pessoa querendo ser restaurada.  Este apoio é o segundo grande fator chave na restauração. Sem ele, dificilmente haverá restauração plena.

    Esta liderança precisa estabelecer um vínculo a nível emocional com a pessoa em crise, um encontro verdadeiro e profundo entre as pessoas.  Ficar firme na Palavra não adiantará muito sem um amor que constrói a “confiança” no facilitador, para depois lhe dar a “autoridade espiritual” de intervir na vida do caído. Sem a delegação da autoridade de mexer na vida, nas emoções, nos pecados, nos valores nenhuma pregação, confronto ou exortação surtem efeitos.  Se a liderança ou um conselheiro tratar o assunto a nível cognitivo, sem se conectar a nível emocional, haverá um absoluto desencontro comunicacional. Porém, uma vez realizado o vínculo (encontro, confiança, delegação de autoridade espiritual), o dogma teológico passa a ter efeito.

    C.   Submissão a um líder espiritual, um líder pastoral com autoridade para lhe pastorear, orientar e guiar no processo de restauração.  Se alguém descobre que tem câncer, ele se submete ao médico e suas orientações.  Neste caso, estamos tratando de um câncer espiritual e emocional, nada menos perigoso.  Essa submissão tem que ser de coração, já que por definição a submissão é uma oferta do coração.  Não pode ser com pé atrás, com negociações ou argumentos, muito menos da boca para fora.  Claro que isto requer uma confiança no “médico espiritual” e um relacionamento e postura que alimenta essa confiança. 

    4.   Confissão e pedido de perdão.  Isto tem que ser genuíno e profundo, limpo e honesto, fruto de um mover do Espírito.  A pessoa precisa reconhecer a diferença entre graça barata (que trata o pecado de forma leve ou superficial) e graça cara (que o trata de forma séria e profunda).  O círculo da confissão precisa ser o círculo da transgressão.  Nos passos que deu ao transgredir, deve caminhar em marcha ré no processo de confissão.  O perdão deve ser no espírito indicado em meu artigo “Mestres em Pedir Perdão de forma Transformadora e Eficaz”[5] baseado em Tiago 3.1,2a.  Resumindo, as catorze dicas nesse artigo são:

    1. Perceba que o pecado é principalmente contra Deus (Sl 51.4; Lc 15.21).
    2.  Arrependa-se. 
    3. Sinta contrição (Is 57.15).  Isto é uma conseqüência de perceber o mal que fez para Deus e para outras pessoas, se colocando no lugar do outro. 
    4. Seja objetivo.  Seja honesto falando claramente qual seu pecado.
    5.  Assuma responsabilidade.  Não joga responsabilidade sobre outras pessoas.
    6. Fale de você, não da outra pessoa.  Foque em frases “eu”, “meu” e “mim”.
    7. Não procure se explicar nem se justificar. 
    8. Feche bem seu pedido de perdão voltando a fazer o pedido.
    9. Agradeça a graça cara, entendendo que custou a outra pessoa lhe perdoar. 
    10. Faça restituição.  Sem isso, não existem frutos de arrependimento (Mt 3.8-10).
    11. Avalie se precisa confrontar a outra pessoa em amor num outro momento, fazendo isso com a humildade expressada em Gálatas 6.1.
    12. Havendo perdoado, ou sido perdoado, não continue levantando o assunto (Sl 103.12). 
    13. Avalie se precisa de uma ajuda maior, um processo maior de restauração, trabalhando as raízes e não apenas as ações erradas.
    14. O círculo da confissão deve ser o círculo da transgressão.  A exceção a isso é no caso de um pastor ou líder da igreja (1 Tm 5.19, 20).[6]

    E.    Reconhecer brechas e fortalezas (2 Co 10.4-6).[7] Precisa reconhecer se foi uma queda simples e repentina[8] ou uma doença emocional e espiritual.  Cinco passagens bíblicas falam diretamente de Satanás se envolver na vida de crentes, alias, seis se incluirmos a tentação de Jesus nos evangelhos.  Quando isso acontece ao nível de ser uma fortaleza, precisa ser combatido e destruído com armas espirituais e não apenas humanas.  Fortalezas, na linguagem de psicologia, são mecanismos de defesa.  O que complica de mais é que, por definição, elas são inconscientes e custa caro descobrir que realmente tem áreas de nossa vida que não caminham debaixo da senhoria de Jesus Cristo.

     

    As áreas estratégicas onde sabemos que Satanás ataca são:

    1. Orgulho, falta de humildade, falta de submissão (Tg 4.6-10; 1 Pe 5.5, 6; veja 1 Co 10.12).
    2. Ira (Ef 4.26, 27).
    3. Medo (ansiedade) (1 Pe 5.7-9).
    4. Falta de perdão (2 Co 2.20, 22), falta de resolver conflitos que leva naturalmente a amargura e ressentimento (Hb 12.15).
    5. Falta de bom relacionamento conjugal e uma vida sexual sadia (1 Co 7.3-5).
    6. Duvidar de nossa identidade como filho de Deus (compara Mt 3.17 com Mt 4.1-11, especialmente vv. 3 e 6).

    Não somos ignorantes dos propósitos de Satanás: roubar, matar e destruir (Jo 10.10).

    F.    Reconhecer a necessidade de um tratamento profundo e radical.  Às vezes confessamos nossos pecados (erros, problemas) e pessoas oram por nós, no espírito de Tiago 5.16, mas continuamos com os mesmos problemas.  Nada é resolvido.  Nesse caso, precisamos voltar ao contexto de Tiago 5.16 que diz “Entre vocês há alguém que está doente?  Que ele mande chamar os presbíteros da igreja, para que estes orem sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor.  A oração feita com fé curará o doente; o Senhor o levantará.  E se houver cometido pecados, ele será perdoado” (vv. 14-15).  Às vezes não é apenas um pecado, um erro ou um mal-entendido que precisa ser resolvido.  É uma doença espiritual ou emocional que é mais arraigado.  Aqui que entra a necessidade da pessoa se nos submeter a pessoas com autoridade espiritual e seguir as orientações e tratamento que elas indicam.

    Uma pessoa em crise, esgotada ou doente, com câncer espiritual e emocional, precisa de múltiplas estruturas de restauração e não apenas uma ou duas.  Por exemplo, pode precisar de diversas das opções a seguir, possivelmente quase todas.

    1. Um período intensivo de restauração.  O Ministério Oásis em Goiânia oferece temporadas terapêuticas para pastores e cônjuges.  Veja a descrição nos recursos ao final deste artigo.
    2. Um programa de estudo focado: como, por exemplo, o livro A Batalha de Todo Homem (veja recursos abaixo).  O resultado é dez vezes melhor se o livro for estudado num grupo pequeno, seja o grupo de apoio ou o grupo de prestação de contas.  Estudar quer dizer trabalhar com as perguntas de estudo no final do livro e/ou ressaltar de forma escrita os pontos sobressalentes de cada capítulo e a reação pessoal da parte da pessoa que caiu... ou todos os participantes do grupo.  Este estudo focado poderia incluir um estudo bíblico sobre a santidade e algum livro nessa área. 
    3. Um grupo de apoio que estuda livros chaves juntos comprometidos mutuamente a crescer juntos.  Se houver um ministério de REVER ou do MAPI em sua cidade, pode ser que existe ou possa se abrir um grupo especial para pastores e cônjuges passando por problemas ou um período de querer resolver dificuldades emocionais ou relacionais mais profundamente.
    4. Bons amigos ou escudeiros.  Este acompanhamento pode ser de forma informal ou através de um trio ou grupo pequeno de prestação de contas e encorajamento.
    5. Orações de libertação e de cura (Tg 5.16).  No caso de fortalezas ou feridas profundas do passado, isto pode requer uma ministração com uma equipe capacitada em como orar para restauração da alma.[9]
    6. Um processo profundo de restauração como os Doze Passos trabalhados no livro de David Kornfield, Aprofundando a Restauração da Alma (Mundo Cristão) que é escrito para ser trabalhado num grupo de apoio.
    7. Aconselhamento individual.  Existem raízes e fortalezas (mecanismos de defesa) que precisam ser descobertos e resolvidos.  Isto pode precisar e ajuda profissional. 
    8. Aconselhamento conjugal se o casamento é atingindo seriamente, que geralmente é o caso.  Uma queda ou crise geralmente é um sintoma ao invés de ser a raiz do problema.  Precisa entender onde que o casamento se perdeu e como o concertar ou restaurar.
    9. Apoio para o cônjuge, muitas vezes com várias das estruturas alistadas acima.  O cônjuge é a peça mais importante na restauração da pessoa que caiu, mas precisa de uma ajuda forte para tratar e resolver seus próprios problemas.  Sem isso dificilmente conseguirá se dar em amor e com respeito para a pessoa que caiu.
      No caso de uma queda moral, este apoio inclui que a pessoa que caiu se submete a seu cônjuge
      quanto aos desejos e necessidades dele(a) no período de restauração.  Isto normalmente inclui um período de abster da relação sexual e de dormir separados, possivelmente até se separando de moradia para um período.
      [10]
    10. Um coordenador desse processo todo.  É complexo e pode demorar montar as várias estruturas.  Passamos a comentar isso mais abaixo. 

    Em outro contexto falamos de sete relacionamentos que levam um líder a brilhar.[11]  Esses mesmos sete são o que uma pessoa em recuperação precisa.  Um relacionamento 1) com Deus, 2) consigo mesmo; 3) com sua família; 4) com um grupo pastoral; 5) com uma equipe de ministério (isso pode ser temporariamente suspenso); 6) com um mentor ou líder pastoral; e 7) com bons amigos.  Um pastor ou líder que caminha seriamente com esses sete relacionamentos terá uma proteção preventiva bem grande contra uma queda.  No caso dele se esconder e não ser transparente e acabar caindo feio, existe a opção de trabalhar com esses mesmos relacionamentos agora de forma transparente, fornecendo a rede de apoio que ele precisa para a restauração.

    G. Identificar um coordenador de restauração que seja experiente e que tenha discernimento e autoridade espiritual.  Humanamente falando, depois do esforço da pessoa em restauração e de seu cônjuge, esta pessoa é a chave principal no processo.  Esta pessoa coordena todos os esforços das estruturas acima.  Sem ela a pessoa no processo de restauração tem uma grande possibilidade de enganar um ou mais das pessoas envolvidas em lhe ajudar, inclusive enganando a si mesma.  A pessoa em restauração muitas vezes praticou o engano um bom tempo com muitas pessoas.  Ela aprendeu a se auto-enganar, criando fortalezas (tipo 2 Co 10.4-6), argumentos para defender suas falhas morais. Sem um coordenador experiente com dom de discernimento ouvindo de todos os envolvidos no processo de restauração, haverá uma alta tendência da pessoa que caiu continuar enganando a outros e a si mesmo.

    Todos os envolvidos dão seus retornos ao coordenador para que tudo caminha sob uma ótica.  O coordenador se reúne com a pessoa mensalmente para rever o progresso do mês e estabelecer o caminho das pedras para o próximo mês.  Possivelmente esse encontro seria com o cônjuge; podendo às vezes ser assim e às vezes não, dependendo do contexto e a necessidade na hora da pessoa sendo restaurada e seu cônjuge.  Um coordenador sábio procura ser acompanhado por um a três assessores que lhe ajudam discernir os passos certos.

    H.    Viver um dia de cada vez.  Um alcoólatra que está no processo de restauração com os Doze Passos sabe que cada dia é uma luta e que ele precisa vencer apenas nesse dia.  Pessoas com uma queda moral precisam da mesma perspectiva.  Os membros de um grupo dos Doze Passos se apresentam como “Fulano, alcóólotra (ou qualquer outro problema ou vício) em recuperação”.  Eles sabem que estarão em recuperação o resto de suas vidas.  Entendem que são vulneráveis a cada dia e que uma nova queda pode destruir meses ou anos de vitória. 

    Uma pessoa que teve uma queda moral precisa saber que ela é igualmente vulnerável, levando muito a sério a exortação de 1 Coríntios 10.12.  Deve entender que sua fraqueza ou vulnerabilidade é parecida a um espinho na carne para lhe manter humilde e caminhando na dependência do poder de Deus que se manifesta em pessoas fracas (2 Co 12.7-10).  Deve entender que isso se estende para o resto de sua vida,[12] ao mesmo tempo que mantém seu foco em viver um dia de cada vez.

    I.   Estabelecer ações preventivas contra o pecado no espírito de 1 João 1.5-10.  Elas podem incluir:

    1. Saber o que Deus chama de pecado e se juntar a ele
    2. Conhecer as Escrituras (Mt 22.29; Mt 4.4, 7, 10; Ef 6.17; Hb 4.12), especialmente versículos chaves na sua área de vulnerabilidade.
    3. Prestação de contas para uma(s) pessoa(s) na área de sua vulnerabilidade.
    4. Estabelecer hábitos que minimizam os riscos de cair (veja o exemplo de José em Gn 29.6-10).
    5. Se santificar para, não apenas contra
    6. Odiar o pecado, especificamente o pecado ao qual a pessoa é vulnerável.

    J.    Estabelecer ações curativas no caso de pecar de novo.  Resumindo de forma sucinta, uma vez que alguém reconhece seu pecado, saindo da negação ou justificação à luz de 1 João 1.6, 8, 10, existem três grandes passos para acertar de novo:

    1. Arrepender.
    2. Confessar e pedir perdão.
    3. Restituir.  Isto inclui abandonar o pecado (Rm 6.11-12).  Pode incluir haver definido conseqüências de antemão que a pessoa vai aceitar se cair de novo. 

    O caminho é demorado, comumente tomando entre um e dois anos.  Mas Deus é mestre em transformar crucificações em ressurreições.  Onde o pecado abundou, ele consegue que a graça super-abunde.  Não graça barata, graça cara e real. 

    Minha oração é que estas idéias não caiam como um peso adicional e sim como uma luz na escuridão de como caminhar na restauração de forma eficaz.  Fiz uma lista de líderes grandes ou pastores ou missionários próximos a mim ou outros de minha equipe que caíram feio nos últimos dez anos. Mais ou menos a metade optaram para o caminho da restauração, ainda que nem sempre desde o início.  A metade recusaram a disciplina da denominação ou igreja e se viraram.  Exemplos como Gordon MacDonald nos EUA e Darci Dusilek aqui no Brasil nos oferecem esperança em saber que a restauração pode ser real e genuína, até abrindo portas para um novo ministério mais autêntico.
     

    Tanto o mundo como a própria igreja precisa de sinais do reino que mostram que há esperança para qualquer pecador.  Este caminho, quando levado a sério, acaba tendo esse resultado.  As pessoas se desmoronam com a queda moral de um pastor, líder ou até cristão comum.  Mas também se firmam e se alegram em perceber que existe verdadeira restauração.

    Como acostumamos dizer no MAPI, “Não importa o erro que fazemos, tanto quanto o que fazemos depois!”  Quando alguém cai ou entra em crise profunda, ele precisa abraçar “o que vem depois”: o arrependimento, confissão e restituição.  E a maior parte da restituição tem a ver com abraçar também o processo de restauração. 

    Nós ao redor dele, precisamos perceber que o ditado também se estende a nós.  A falha de um companheiro é uma falha nossa, sendo do mesmo corpo.  Precisamos descobrir se Deus nos ligou a ele, qual nossa parte nessa caminhada de restauração.  Dessa forma poderemos entrar na glória de compartilhar a missão de Jesus Cristo quando ele declarou:

    O Espírito do Senhor está sobre mim,

    porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres.

    Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos

    e recuperação de vista aos cegos,

    para libertar os oprimidos

    e proclamar o ano da graça do Senhor (Lc 4.18-19).


     

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    Recursos para Restauração com um Destaque na área de Casamentos

    Arterburn, Stephen e Stoeker, Fred, A Batalha de Todo Homem (Um guia para homens sobre como vencer as tentações sexuais), Mundo Cristão, 2001/2004.  O livro se destaca por ter perguntas de estudo no final e por se basear na experiência dos autores que caminham pela realidade de escravidão e lutas de forma bem real, mostrando o caminho para a vitória.  Veja o sinopse:

    http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10443&cod_categoria=158

     

    Bíblia de Estudo Despertar, Sociedade Bíblica do Brasil, 2007.  Usa a Nova Tradução na Linguagem de Hoje.  Inclui 84 meditações sobre os Doze Passos, 56 meditações sobre princípios de restauração, 30 meditações sobre a Oração da Serenidade, 60 biografias de personagens bíblicos, com lições importantes de recuperação e ao final da maioria dos livros, reflexões sobre temas de recuperação abordados no livro.

     

    Emerson Eggerichs, Amor e Respeito (O que ela mais deseja, o que ele mais precisa), Mundo Cristão, 2004/2008.  MAPI tem um guia de estudo que ajuda casais ou grupos de casais aprofundarem o livro.  Veja sinopse:

    http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10621&cod_categoria=5

      

    Ethridge, Shannon, A Batalha de Todo Mulher (Um guia para mulheres sobre como vencer as tentações sexuais), Mundo Cristão, 2001/2004.  Na mesma linha de Arterburn e Stoeker acima.  Veja sinopse do livro:

    http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10509&cod_categoria=158 

     

    Kornfield, David; Introdução à Restauração da Alma, Mundo Cristão, 2008.  Se destaca em fornecer um resumo dos problemas emocionais mais comuns e como caminhar rumo à restauração inicial.  Quase cada capítulo inicia-se com uma auto-avaliação que permite o leitor se conhecer melhor que nunca.  Veja sinopse:

    http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10614&cod_categoria=155 


    Kornfield, David; Aprofundando a Restauração da Alma, Mundo Cristão, 2008.  Da seguimento ao livro “Introdução” acima, escrito para grupos de apoio caminharem pelos Doze Passos num processo intencional e prático de restauração, tendo um laboratório no grupo de apio para aprender a relacionar-se de forma diferente, tendo apoio para mudanças verdadeiras. 

    http://www.mundocristao.com.br/produtosdet.asp?cod_produto=10615&cod_categoria=155


    Kornfield, David; Casamentos que se fortalecem por meio da mentoria, Vida, 2006.  Este livro fornece um modelo de grupos de mentoria de casais com um valor grande na transparência e autenticidade.  Este livro com este tipo de grupo é uma ferramenta inédita quanto a prevenir quedas morais e fortalecer casamentos.  Veja sinopse:

    http://www.editoravida.com.br/loja/product_info.php?cPath=278&products_id=42 

     

    Ministério Oásis em Goiânia oferece temporadas terapêuticas para pastores e cônjuges.  Trabalham com três casais de uma vez, tendo um staff de dois ou três casais, assim que é um acompanhamento bem profundo.  Eles tem temporadas de 10-12 dias, geralmente um por mês.  Às vezes estão lotados por vários meses, tendo vagas uns 3 meses na frente.  Mais informações no site: 

    http://oasis.maeb.org.br/site/ 


    Outro site com fundo musical: http://ministeriooasis.spaces.live.com/

     

    Prova de Fogo (Nunca Deixe seu Amor para Trás), BV Films.  Filme evangélico que saiu bem no mercado secular.  Tem um profundo impacto quanto à restauração de um casamento falido, comunicando o resultado de falta de amor como também de falta de respeito.  O livro apresentado no filme, O Desafio do Amor de Stephen and Alex Kendrick, forma um kit com o filme.  Pode comprar no site:

    http://www.cemporcentocristao.com.br/octopus/?sid=36 


    REVER (Restaurando Vidas, Equipando Restauradores).  Veja o site do REVER dentro do site do MAPI no link de Ministérios:

     http://www.pastoreiodepastores.org/Ministérios/REVERRestauraçãodaAlma/tabid/1123/language/pt-BR/Default.aspx

     


    [1] Agradeço de forma especial a Albert Friesen que analisou profundamente este artigo e contribuiu muito através de seu retorno.

    [2] Vários deles leram uma versão deste artigo e me ajudaram aprofundar ou melhorá-lo.

    [3] Tristeza surge de sentir profundas perdas, sofridas ou causadas.  Isso é o pré-requisito para sentir tristeza.

    [4] Isto apresenta um desafio imenso à igreja do século 21.  A maioria de igrejas são um reflexo da sociedade pluralista.  Precisam de uma profunda avaliação quanto ao que é ser uma comunidade dos santos e como caminhar com disciplina bíblica que mantém essa santidade, como também restaura quem se perdeu em pecado.

    [5] Site do MAPI, www.mapi-sepal.org.br link de ferramentas/artigos

    [6] Normalmente precisará que a pessoa deixa de exercer seu ministério até que passe pelo processo de restauração.  No caso de um pastor ou líder, requer que o pecado da pessoa seja reconhecida publicamente (1 Tm 5.19-22).  Sem isso, existe uma forte tendência da pessoa que pecou não experimentar verdadeiro quebrantamento e arrependimento, continuando a manter uma fachada.  E perdemos o efeito divino indicado pelo apóstolo: um medo santo da parte de todos ao redor dessa pessoa.

    [7] Veja o devocional de Oswald Chambers no 8 de setembro sobre 2 Co 10.4-5.

    [8] Poucas vezes uma queda moral é simples e repentina já que envolve uma queda profunda de valores. 

    [9] O ministério REVER tem equipes capacitadas para esse tipo de ministração.  Veja mais informações no site do MAPI www.pastoreiodepastores.org no link de ministérios/REVER.

    [10] O alvo de uma separação é a reconciliação.  A separação pode ser necessário por motivos de violência doméstica, surto mental ou ápices de utilização de substâncias químicas, como também por motivo de uma relação tóxica.  Essa relação é quando estar juntos traz mais mal do que bem.

    [11] Veja o livro de David Kornfield, O Líder que Brilha (Vida) ou o artigo no site do MAPI, link ferramentas/artigos “O Líder que Brilha”.

    [12] Uma pessoa que sofreu uma queda moral falou “quedas morais dificilmente são perdoadas ao ponto de serem ‘esquecidas’; tornam-se num patrimônio social e cultural a respeito de uma pessoa.”